
Essa arte ora performática, ora trovadora, ora nada, porque nem nome tem, porque não se formula formas sobre coisas realmente efêmeras e essências.
É ela que tem chamado meu nome, tem grudado em minha alma, tem bagunçado meus sonhos e que tem feito brotar de mim estas palavras convulsivas.
Não tenho pretensão de aqui teorizá-la ou torná-la escritura informatizada. Apenas apresento-lhes a minha mais nova pílula de arte animada. Que me faz pensar, riscar coisas, ver imagens embaralhadas.
Tô adorando essa cidade performática, essa poesia remixada que se abre aos poucos para mim.
Hoje quero ouvir o povo da rua, os passantes, a galhofada. Por ora é isso, de salas e luzes nananinanada!
Filosofia desconexa em 25/03/10.